[NES] Super Mario Bros. 3

21 06 2009

Post originalmente publicado no Nintendo Blast.

Após o fiasco da versão ocidental de Super Mario Bros. 2, a Nintendo criou vergonha na cara e decidiu retornar às origens em mais um título fora de série. Super Mario Bros. 3 conquistou o mundo inteiro com mais um jogo divertido, desafiador e emocionante. Relembremos o que fez desse jogo mais um título de sucesso absoluto que até hoje é jogado por muitas pessoas.

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Lançado em 1988 no Japão e em 1990 nos Estados Unidos, Super Mario Bros. 3 veio para recuperar a imagem da Nintendo, principalmente no ocidente, depois do fiasco de Super Mario Bros. 2 que fugia completamente à temática Mario (convenhamos, aquilo não era Mario de verdade). E conseguiu! Super Mario Bros. 3 pegou a antiga fórmula de Super Mario Bros. e a melhorou bastante e se tornou um dos jogos mais excitantes de todos os da franquia lançados até hoje.

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Sega Master System (1986)

7 06 2009

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Sega%20Master%20System Três anos após o lançamento do NES a Nintendo dominava cerca de 90% do mercado mundial de consoles, deixando os míseros 10% para o Atari e o Intellivision. Cada vez mais a indústria dos vídeo games crescia, rendendo mais e mais dinheiro para quem tivesse capital para investir nessa empreitada. Eis que a gigante japonesa Sega, conhecida por seus arcades no Japão, decide investir em seu primeiro console doméstico, o Sega Master System.

Precedido pelo Sega Mark III (1985) lançado no Japão (que na realidade era o Master System em uma cara diferente), o Master System chegou ao mercado oficialmente em 1986 e tinha a dura missão de quebrar o monopólio da Nintendo no mercado – missão essa que falhou no Japão e nos Estados Unidos.

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Nintendo Entertainment System (1983)

24 05 2009

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Lançado oficialmente em 1983 no Japão com o nome de Family Computer, ou Famicom, o Nintendo Entertainment System apareceu em meio à crise norte-americana dos vídeo games. Parecido muito mais com um brinquedo, o console vendeu feito água na terra do sol nascente – nada mais nada menos que 2,5 milhões de unidades no lançamento. A Nintendo, até então uma pequena empresa que fabricava selos e decks de baralho, começava a despontar como um grande desenvolvedora de jogos (com Donkey Kong, Donkey Kong Jr. e Popeye para arcade) e com o NES se consolidava como tal, além de entrar para o ramo dos consoles.

O mais interessante é que mesmo com todo o sucesso obtido no Japão, a Nintendo tinha medo da concorrência da quase falida Atari no igualmente falido mercado norte-americano. Tanto é que quando pensaram em levar o console para a terra do Tio Sam eles tentaram vender a idéia para a Atari, que deu um verdadeiro chute na bunda dos japoneses e disse claramente que não se interessava por um brinquedo feito aqueles nas circunstâncias que o mercado se encontrava.

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MSX (1983)

17 05 2009

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Entre a segunda e a terceira geração de vídeo games a indústria passou por um momento delicado em que os computadores pessoais roubavam a cena, mas não por serem bons ou melhores que os vídeo games. O fato é que a indústria gamística enforcou a si própria com tantos consoles e jogos horríveis lançados da metade para o final da segunda geração.

Os consumidores começaram a acreditar que a idéia de ter um PC em casa seria muito mais divertido e útil do que ter um console – afinal de contas, dava para fazer a mesma coisa que se fazia no console em um PC, e mais uma infinidade de coisas. Vale lembrar que nessa época os computadores estavam começando a se tornar populares e acessíveis ao público graças a iniciativa das gigantes como IBM e Commodore, e uma pequena empresa em particular.

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Eis que na década de 1980 uma pequena empresa chamada Microsoft e seu presidente (Bill Gates) com cara de menino desnutrido começava a se expandir. Em sua primeira expansão, a Microsoft firmou acordo com a japonesa Ascii na tentativa de estabelecer um padrão de hardware para os computadores para que os custos de produção fossem reduzidos e, assim, os PCs realmente se tornassem acessíveis a todo o público. Finalmente em 1983, durante uma conferência para a imprensa, surgia o padrão aberto MSX, que prometia se tornar o VHS dos computadores pessoais. E conseguiu!

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Microsoft trabalha no seu novo centro de entretenimento portátil

16 05 2009

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Foto-boato que está correndo porai a fora do novo dispositivo da Microsoft.

Durante a última semana eu li um post bastante interessante no GoLuck onde o pessoal perguntava o que a Microsoft estava fazendo que não lançava mais jogos first party e que o X-Caixa tem diminuido bastante seu número de lançamentos exclusivos. Isso muito me chamou a atenção porque pelo tempo que conheço a Microsoft e pelo pouco tempo que a represento aqui no estado, sei o suficiente que a Microsoft não dá murro em ponta de faca (depois vou contar a história dela no mundo dos games, que começou lá na década de 80).

Bom, o fato é que hoje, depois de tomar umas latinhas da famosa gela do sábado, resolvi dar uma lida nos portais gringos sobre jogos e me deparei com uma notícia da qual não tinha conhecimento e que muito me surpreendeu, principalmente pelo que tinha visto no GoLuck. Sabendo que a empresa de Redmond não dorme no ponto, eis que surge a notícia de que o novo dispositivo de “entretenimento digital móvel” da Microsoft está em fase final de design. Chamado, não oficialmente, apenas de “xYz”, o novo handheld de entretenimento, segundo algumas fontes do Gamespy, é algo que deve ficar entre o Xbox e o Zune, ou seja, o danado tanto vai servir para jogar quanto para tocar arquivos multimídia.

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